



30 DE MARÇO
FRANCIS WILKER é diretor, pesquisador, performer e professor do curso de teatro da Universidade Federal do Ceará. Membro fundador e diretor artístico do grupo brasiliense Teatro do Concreto. Mestre em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), onde, atualmente desenvolve sua pesquisa de doutorado. Dedica-se ao estudo da encenação no espaço urbano, tendo recebido, em 2011, o Prêmio SESC do Teatro Candango como Melhor Diretor pelo espetáculo “Entrepartidas”. Além disso, colabora periodicamente com festivais de teatro, revistas especializadas e outra publicações, como sites, livros e catálogos que se dedicam às reflexões sobre teatro contemporâneo.
MARCELO SOUSA BRITO é ator-dançarino e bacharel em direção teatral pela Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia. Curso concluído em 2006, com a encenação do espetáculo Guilda, sob a orientação da professora Eliene Benício. Recebeu por este espetáculo o Prêmio Braskem de Teatro - 2006 na Categoria Revelação. Em 2011, recebeu o título de Mestre junto ao Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC-UFBA), no qual desenvolveu o projeto de pesquisa Pedra Afiada - Um convite para o teatro invadir a cidade, sob a orientação da professora Ângela de Castro Reis. Desde abril de 2016 é doutor em Artes Cênicas pelo PPGAC-UFBA, com a tese intitulada "O teatro que corre nas vias", orientada por Eliene Benício. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em teatro, performance e áudio-visual, atuando principalmente nos seguintes temas: performance, dramartugia e espaço, teatro físico, geografia, bairro, vídeo-documentário, cultura e cidade, cultura popular. Com a criação do Coletivo Cruéis Tentadores o artista vem ampliando seu diálogo entre artes cênicas e cidade. A partir de novembro de 2016 desenvolve projeto de pesquisa de pós-doutorado no PPGAC-UFBA, intitulado "As Narrativas cartográficas do ator-geógrafo", com bolsa PNPD Capes
30 de março
Quinta
Teatro Castro Alves
10:00 às 13:00
(DE)BATE PAPO
Para atores, diretores, dramaturgos, técnicos, estudantes, performers, e profissionais da área de arquitetura e urbanismo.
MINHA CIDADE É UM TEATRO?
ENCENAÇÃO NO ESPAÇO URBANO: POSSÍVEIS (DES)PROGRAMAÇÕES DO EXISTENTE
com
Francis Wilker
e Marcelo Sousa Brito

Tem como foco de discussão e reflexão as relações entre as Artes Cênicas e o espaço urbano. Os grupos participantes do festival e demais interessados discutirão temas como: ocupação de espaços públicos; sedes de grupos como alternativa da cena local; coabitação; teatro de rua; encenação no espaço urbano; itinerância, entre outros. Uma discussão que mobiliza diferentes áreas do conhecimento (teatro, artes visuais, performance, geografia e arquitetura) para pensar as artes da cena no tecido vivo da urbe.
SERAFINA
Utilizando da comicidade como um veiculo, o espetáculo tem como linguagem o circo e a performance, nutrindo-se do imaginário do publico através da ludicidade e do estado de “brincar de ser”. Serafina, dará ao publico asas à imaginação em um show com de variadas técnicas de equilíbrio, manipulação de objetos, globoflexia, pirofagia e bolas de sabão gigantes.


30 de março
Quinta
Praça das Artes - Candeal
16:30
Arca de Vandé (Vanda Cortez)
CIRCO
Para todas as idades
55 min
PASSAREDO, PASSARINHOLAS
Inspirado nas narrativas populares, “Passaredo, Passarinholas”, do Grupo Vilavox, utiliza elementos do universo infantil resinificando os brinquedos populares para dar teatralidade aos contos, explica a origem das coisas segundo a ancestralidade das tradições orais. Três atores vivem e narram os contos próximos ao público.




30 de março
Quinta
Praça das Artes - Candeal
17:30
VILAVOX
TEATRO
Para todas as idades
40 min
GASTANDO AMOR
O espetáculo, produzido, dirigido e encenado por Daniel Farias e Talis Castro, mistura música, ficção, poesia, internet, referências do cinema e citações de estudiosos como Zygmunt Bauman e Regina Navarro Lins com narrativas construídas a partir da própria experiência dos atores para falar de amor e pôr em cheque os mais variados formatos das relações amorosas nesse início de século.
